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Resoluções para o novo ano? Não. Experimenta antes intenções!

Com o fim do ano definimos metas e objetivos e ficamos entusiasmados com um ano que se encerra e com o inicio de um ciclo novo. O ser humano precisa de uma fecho e de um início, que o permita começar de novo. Porém, a quantidade de objetivos e listas que escrevemos e que estabelecemos nem sempre são cumpridos. Quantos de nós já nos desiludimos connosco ou nos deixamos ir na inércia do que sabemos que pode ser benéfico cumprirmos, mas que na verdade não queremos assim tanto? Ou naquilo que não podemos cumprir? Ou seja, faz sentido no papel, naquilo que é ideal. Algumas vezes as resoluções são irrealistas, outras, porque somos obrigados a escolher outros caminhos e prioridades.

Ao estabelecermos resoluções estamos a concentrarmo-nos apenas naquilo que queremos construir amanhã. Serão estas obrigações, objetivos que se perdem no tempo? Como por exemplo, fazer dieta ou começar a ir ao ginásio no primeiro mês do ano. Percebemos que as resoluções não duram mais que uns dia ou semanas. Tal acontece, porque estas decisões não podem ser estabelecidas em cima da hora, pois não terá peso suficiente para a consistência.

Em vez de medires a vida pelos teus fracassos ou conquistas, experimenta estabelecer intenções para despertares o teu potencial interior.

Uma intenção faz com que nos foquemos no processo e não apenas na meta.

Pensa comigo,

Onde estás e o que tens neste momento da tua vida?

Qual o propósito associado às tua metas para obteres resultados mais positivos?

Assim estás a começar a estabelecer as tuas intenções. Quando nos concentramos no que está a acontecer no momento presente, em vez de pensarmos onde queremos estar daqui a uns meses, estamos a abrir e a criar trilhos que nos levam a uma mudança sustentada. Abranda a tua mente acelerada, agradece e mantem-te no presente. Estás a criar espaço para seres uma melhor versão.

Como estabelecer de forma mais eficaz as tuas intenções

Reflexão, autoconhecimento e plano de ação
Refletir sobre o ano anterior, analisando as conquistas, os desafios e as aprendizagens. Perguntar o que pode ter corrido bem e o que pode ser desconstruído para melhorar.

O autoconhecimento ajuda a direcionar as metas para algo mais realista e significativa.

Qualidade, não quantidade
Ter menos metas conduz a com que te dediques com mais tempo e esforço a cada uma e acaba por reduzir a sensação de assoberbamento, aumentando o compromisso com a meta ao longo do tempo.

Divide o todo pela parte e não cries a possibilidade de acumulares stress diário. Se o objetivo é escrever, por exemplo, um artigo, divide-te por metas diárias e semanais.

Prioridades
Aqui é importante identificares as áreas mais importantes da tua vida. Tal inclui a parte laboral, social, divertimentos, relacionamento, entre outras.

Um exercício interessante que pode fazer, é a roda da vida (existem várias na internet disponíveis para o teu exercício). Para cada área da mesma, estabelece um objetivo para cada e depois prioriza os cinco mais importantes. Assim já estás a estabelecer prioridades e a reduzir as direções aumentando o teu foco.

Estabelecer prazos
Quando estamos a estabelecer objetivos, é crucial pensarmos a curto, médio e longo prazo. As de curto prazo são aquelas que pretendes alcançar no meses próximos e as restantes estendem-se por períodos mais longos.

Ao elaborarmos um plano é fulcral estabelecermos prazos mensuráveis e realísticos, levando em consideração a rotina e o tempo livre.

– Usufruir do processo
Visualizar, monitorizar, envolver, usufruir.

Documenta todos os desenvolvimentos, falhas e aprendizagens do teu processo para assim conseguires recorrer a ferramentas que te ajudem a solucionares o que quer que seja. O registo sempre será benéfico!




SABER MAIS

Criar intenções a partir do nosso interior e começar por um reconhecimento profundo e consciência de que somos suficientemente bons tal como somos.

A nossa equipa pode ajudar-te a construíres e a redirecionares todas as tuas intenções.

És bem vindo(a)!

Podemos ajudar?
Inês Costa



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