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Mudança, a quanto obrigas?

Mudar é um dos actos a que mais resistência o ser humano tende a fazer. Será uma das palavras que mais usamos no nosso dia a dia, já que se enquadra em imensas situações (“mudar uma lâmpada; mudar a cama; mudar o óleo; mudar o turno; etc..), e será um dos maiores desejos da maioria das pessoas, já que se fazem promessas de mudanças constantes (“deixar de fumar; passar a ir ao ginásio; mudar de carreira;  mudar a relação).
​​MAS QUANTAS VEZES ESTAMOS MESMO APOSTOS PARA MUDAR?
Quantas vezes temos essa vontade consolidada e nos focamos nela, sem que nada nem ninguém nos faça desviar caminho? Quantas vezes prometemos mudar mas continuamos mais um dia, mais uma semana, mais um mês, mais um ano e nada mudou? 
O mundo muda a todo o instante, e nós? O que é que distingue as pessoas que mudam das pessoas que não mudam? Será que é mesmo possível efetuar uma mudança em nós próprios?
 
​Quando rompemos com o que nos incomoda em nós e vestimos a pele do que queremos ser. No entanto, temos de ter em conta que a mudança só ocorre quando queremos realmente mudar, quando uma força interior maior que todas as outras nos faz ultrapassar a resistência que ela encontra. 
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Há sempre um enorme grau de resistência à mudança, de continuar a usar os mesmos mecanismos, de fazermos sempre as mesmas acções, um falso conforto que nos impede de ser felizes. Na verdade, mudamos quando estamos altamente motivados para mudar, uma motivação acrescida, uma força que nos foca no que queremos e nada mais importa. Essa motivação obedece na maior parte dos casos ao desmistificar de crenças que nos limitam. Tal como Gandhi referiu, “Sê a mudança que queres ver no mundo!
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Quando prometemos mudar mas não o fazemos, estamos mais do que a falhar para connosco, estamos a ser preguiçosos e a procurar um falso conforto. Sempre que desistimos de algo ou adiamos o que realmente queremos, estamos no fundo a procurar um conforto no que já temos, no que já conhecemos, um conforto ilusório na expressão  “agora não dá” ou “não tinha o que era preciso”. 
O QUE SIGNIFICA MUDAR?
Mudar significa largar o que conhecemos, significa romper com o passado, significa olhar para o que queremos ser, ter, com quem estar, o que queremos atingir e apenas nos focarmos nisso.  Para isto é necessário algum incentivo que poderá ser externo ou interno a cada um de nós. Através de novas informações e novos comportamentos a mudança e a motivação para a mesma passam a ver um caminho mais viável.
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​É neste processo, nada fácil, de mudar, que um processo de coaching detém um papel fundamental. 
Este irá ajudar no concretizar da mudança através de técnicas bem delimitadas no tempo e com métodos próprios. 
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​Com a ajuda de um coacher qualquer pessoa irá definir exactamente o seu próprio objectivo ou a meta pretende obter. Juntos irão analisar o objectivo/meta e definir muito bem qual é a sua situação actual perante o mesmo, qual a sua realidade e qual é a distância que a afasta do seu objectivo. 
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​Uma vez esclarecido o objectivo e a realidade do mesmo, irão juntos procurar o maior número de “opções” possíveis para superar as limitações que possam surgir. E vão surgir várias. Será, igualmente, necessário criar um plano de ação que dará força suficiente para conseguir uma mudança no comportamento de cada um.
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Perseguir um objectivo é estar vivo, é lutar pela felicidade plena, e para isso é sempre obrigatório mudanças nos nossos hábitos, pensamentos e crenças, é estar ciente que mudar o nosso comportamento irá oferecer-nos uma outra vida.
Seja o dono e a personagem principal da sua vida. Marque ainda hoje a sua primeira sessão de Coaching, e transforme-se na pessoa que quer ser. Estamos cá para o ajudar nesse processo. Seja a melhor versão de si próprio.
Psicólogo Clínico e Coach, no Learn2be Algarve

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