"Diga-me e eu esqueço, ensine-me e eu lembro-me, envolva-me e eu aprendo"
Benjamin Franklin
Se a sua irritação vem de si – por ter tido um dia difícil e desgastante – explique isso aos seus filhos, e peça-lhes que sejam atenciosos. Esta é uma forma de intervir de maneira positiva de modo a evitar mais comportamentos que o irritem.
A maneira construtiva de lidar com a raiva é usá-la como diagnóstico: o que há de tão errado com a nossa vida que faça com que nos sintamos furiosos?
Por isso, reserve alguns minutos do seu dia para estar consigo próprio, para aproveitar para fazer o que você gosta, como fazer exercício físico, ler um livro, almoçar com um amigo, ou por exemplo, praticar Mindfulness: vinte minutos por dia dessa prática, e poderá realmente construir a capacidade mental para que seja mais fácil se acalmar nesses momentos de confronto, aliás vai conseguir adotar uma “postura budista”.
O diálogo, para ser eficaz, deve conter os seguintes componentes:
- Deve ser sincero, usando argumentos lógicos para chegar à criança/adolescente;
- Deve ser dito de uma maneira agradável, a forma deve ser aceitável para a criança/adolescente;
- Deve ser útil, mas não numa perspetiva egoísta;
- Deve ser dito com o menor número possível de palavras, a mensagem deverá ser concisa de forma a passarmos a ideia sem que a criança/adolescente se coloque na defensiva;
- Deve falar com calma usando palavras gentis, positivas e encorajadoras;
- Deve falar com respeito com a criança/adolescente, pois o respeito leva à confiança, e a confiança permite-nos libertar todo o nosso potencial humano – mentes florescem com comunicação, não com medo.
Conte connosco para o ajudar neste processo, por isso convido-o a marcar uma consulta, estarei aqui para vos acompanhar nesta jornada. Tome a iniciativa e dê o primeiro passo.
Anabela Ferreira